<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Interviews | DMBoulos Advogados</title>
	<atom:link href="https://dmbadv.com.br/en/categoria/interviews/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://dmbadv.com.br/en/categoria/interviews/</link>
	<description>15 anos alavancando os negócios de nossos clientes</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Feb 2024 15:09:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://dmbadv.com.br/wp-content/uploads/2024/01/cropped-favicon-dmb-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Interviews | DMBoulos Advogados</title>
	<link>https://dmbadv.com.br/en/categoria/interviews/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Empresas poderão personalizar ação judicial</title>
		<link>https://dmbadv.com.br/en/empresas-poderao-personalizar-acao-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Martins Boulos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 14:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Code of Civil Procedure]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dmbadv.com.br/?p=2718</guid>

					<description><![CDATA[<p>Publicado no Valor Econômico As empresas ou pessoas físicas poderão estabelecer em contrato de que forma um eventual litígio entre elas poderá ser analisado pelo Judiciário, acelerando sua tramitação. A novidade &#8211; chamada de &#8220;negócio processual&#8221; &#8211; está prevista no novo Código de Processo Civil (CPC), que entra em vigor nesta sexta-feira. A ideia é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://dmbadv.com.br/en/empresas-poderao-personalizar-acao-judicial/">Empresas poderão personalizar ação judicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmbadv.com.br/en/home/">DMBoulos Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Publicado no <a href="https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2016/03/16/empresas-poderao-personalizar-acao-judicial.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Valor Econômico</a></p>



<p>As empresas ou pessoas físicas poderão estabelecer em contrato de que forma um eventual litígio entre elas poderá ser analisado pelo Judiciário, acelerando sua tramitação. A novidade &#8211; chamada de &#8220;negócio processual&#8221; &#8211; está prevista no novo Código de Processo Civil (CPC), que entra em vigor nesta sexta-feira.</p>



<p>A ideia é que as partes envolvidas possam ajustar um eventual processo às peculiaridades do negócio, o que lembra, na prática, o que já ocorre nos conflitos levados para a arbitragem. &#8220;Será uma mudança radical. Com a alteração, quebra-se a rigidez do procedimento geral e pode-se customizar o processo de acordo com a relação jurídica estabelecida&#8221;, afirma o advogado <strong>Daniel Martins Boulos, do DMBoulos Advogados</strong>, que é professor do Insper.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="760" src="https://dmbadv.com.br/wp-content/uploads/2023/12/foto16leg-201-cpc-e1.webp" alt="" class="wp-image-2021" style="width:845px;height:auto" srcset="https://dmbadv.com.br/wp-content/uploads/2023/12/foto16leg-201-cpc-e1.webp 1000w, https://dmbadv.com.br/wp-content/uploads/2023/12/foto16leg-201-cpc-e1-300x228.webp 300w, https://dmbadv.com.br/wp-content/uploads/2023/12/foto16leg-201-cpc-e1-768x584.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Advogado Daniel Martins Boulos: &#8220;Pode-se customizar o processo de acordo com a relação jurídica estabelecida&#8221; — Foto: Ana Paula Paiva/Valor</em></figcaption></figure>



<p>O novo dispositivo permite, por exemplo, que se combine desde a necessidade de perícia, provas que serão consideradas e se deverá ou não haver sustentação oral ou o uso de testemunhas até a impenhorabilidade de bens e prazos processuais.</p>



<p>Para os advogados Ludmila Albuquerque Knop Hauer e Flávio Augusto Dumont Prado, do Gaia Silva Gaede &amp; Associados, essas inovações vieram para dar mais liberdade aos envolvidos no contrato. &#8220;A intenção é que o problema se resolva da melhor forma para as partes envolvidas&#8221;, diz Ludmila.</p>



<p>A possibilidade prevista no artigo 190 pode ser aplicada a qualquer tipo de contrato, desde que não seja de adesão (no qual as cláusulas já estão estabelecidas e a contratante deve aceitá-lo da forma que está redigido), ou em situações nas quais alguma das partes esteja em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>A alteração deve exigir uma mudança na mentalidade dos envolvidos (advogados, juízes e partes), segundo o advogado Flávio Prado. &#8220;Caberá a nós advogados e aos departamentos jurídicos das empresas informar que agora pode ocorrer essa transação&#8221;, diz.</p>



<p>De acordo com o juiz substituto que atua na 18ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Ricardo Cunha Chimenti, a previsão &#8220;traz uma flexibilização voluntária dos procedimentos, desde que as partes sejam plenamente capazes, na busca de uma maior eficiência&#8221;.</p>



<p>Porém, o magistrado afirma que poderão ocorrer alguns problemas. &#8220;Particularmente, eu acho necessário um controle rigoroso nos casos em que se for aplicar o negócio processual, a fim de proteger justamente aquela parte que se encontra em situação mais vulnerável&#8221;, diz.</p>



<p>Chimenti cita como exemplo contratos firmados por uma parte que conta com a assessoria de um grande escritório de advocacia e outra que tem um escritório mais genérico e que não tem tanta experiência em lidar com esse tipo de negociação.</p>



<p>Apesar da liberdade para estabelecer condições de condução de um processo, o magistrado acrescenta que um acordo não poderá afetar os poderes e deveres do próprio juiz. &#8220;As partes podem sugerir alterações nos procedimentos, mas não podem criar procedimentos novos&#8221;, afirma. O juiz, por exemplo, não poderá aceitar provas consideradas ilícitas, segundo Chimenti.</p>



<p>O novo CPC ainda permite, no artigo 191, que se possa estabelecer, em contrato, um calendário próprio para a tramitação do processo. Nesse caso, ficaria dispensada a intimação das partes sobre a prática de ato processual ou a realização de audiências. Porém, o juiz tem que concordar com a viabilidade do cronograma previsto. Caso o magistrado discorde, terá que justificar.</p>



<p>Do ponto de vista prático, o juiz Chimenti acrescenta que o mecanismo pode trazer eficiência por possibilitar a dispensa das partes para os atos processuais. Porém, na prática, poderá ocorrer dificuldades para operacionalizar esse ponto, pois não obedece os prazos convencionais. &#8220;Os escritórios têm 10, 15 grandes ações e os juízes têm para analisar, 10, 15 mil processos simultaneamente&#8221;, diz.</p>



<p>Além disso, o magistrado alerta que se deve ter cautela porque pode haver um risco maior de um procedimento mais flexível dar errado. &#8220;O procedimento tradicional pode ser mais seguro, já que foi pensado por centenas e centenas de juristas. O prejuízo pode vir para a parte que escolheu o advogado que foi além do limite da prudência&#8221;, afirma.</p>



<p>Para o professor de Direito da FGV e do Insper, Marcus Vinicius Gonçalves, do Bertolucci &amp; Ramos Gonçalves Advogados, a intenção do legislador é interessante. Porém, pode não ser eficaz na prática. &#8220;Esqueceram de combinar isso com os juízes&#8221;, afirma.</p>



<p>Na opinião de Gonçalves, devido à enorme quantidade de processos em tramitação, &#8220;o juiz não vai ter a boa vontade de analisar todo o contrato de um processo&#8221;. Além disso, o advogado ressalta que o Judiciário brasileiro entende que a obrigatoriedade de se respeitar os contratos estabelecidos é relativa.</p>
<p>O post <a href="https://dmbadv.com.br/en/empresas-poderao-personalizar-acao-judicial/">Empresas poderão personalizar ação judicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmbadv.com.br/en/home/">DMBoulos Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Supremo e STJ receberão mais recursos com novo CPC</title>
		<link>https://dmbadv.com.br/en/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc/</link>
					<comments>https://dmbadv.com.br/en/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Martins Boulos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Code of Civil Procedure]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dmbadv.com.br/?p=2715</guid>

					<description><![CDATA[<p>Publicado no Valor Econômico A entrada em vigor do novo Código de Processo Civil (CPC), prevista para março do próximo ano, preocupa ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A norma retira do texto atual um filtro que evita a entrada direta de recursos, o que aumentará substancialmente a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://dmbadv.com.br/en/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc/">Supremo e STJ receberão mais recursos com novo CPC</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmbadv.com.br/en/home/">DMBoulos Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Publicado no <a href="https://valor.globo.com/noticia/2015/10/13/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Valor Econômico</a></p>



<p>A entrada em vigor do novo Código de Processo Civil (CPC), prevista para março do próximo ano, preocupa ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A norma retira do texto atual um filtro que evita a entrada direta de recursos, o que aumentará substancialmente a carga de trabalho. No STJ, estima-se crescimento de 46% no volume de recursos. E no Supremo, de 50%.</p>



<p>A entrada em vigor do novo Código de Processo Civil (CPC), prevista para março do próximo ano, preocupa ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A norma retira do texto atual um filtro que evita a entrada direta de recursos, o que aumentará substancialmente a carga de trabalho. No STJ, estima-se crescimento de 46% no volume de recursos. E no Supremo, de 50%.</p>



<p>Atualmente, quem realiza essa triagem são os Tribunais de Justiça (TJs) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs), que admitem ou não recursos para as instâncias superiores por meio do chamado pressuposto ou juízo de admissibilidade (artigo 542 do CPC). Se o pedido é negado, a parte ainda pode recorrer, por agravo, para o tribunal superior.</p>



<p>Entre um procedimento e outro, porém, muitos advogados deixam de recorrer. São esses processos que passarão a subir com o fim da análise prévia pelos tribunais de segunda instância, prevista no artigo 1030.</p>



<p>O ministro Og Fernandes, presidente da 2ª Turma do STJ, afirma que a falta de um filtro fará com que o tribunal adoeça e se intoxique de forma muito mais rápida, como ocorreria com um paciente em situação delicada. A preocupação de Og Fernandes e dos demais ministros ocorre em razão do estoque de processos e o crescimento geométrico de recursos nos últimos anos, ainda que o STJ conte com o sistema de recurso repetitivo.</p>



<p>Com o mecanismo, o tribunal superior está autorizado por lei, desde agosto de 2008, a escolher uma ação e julgá-la como parâmetro para as demais que tratem do mesmo tema.</p>



<p>De acordo com o último Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o STJ iniciou 2014 com um estoque de 351,45 mil processos &#8211; quase 12% a mais que no ano anterior. E recebeu 325,85 mil ações.</p>



<p>Se o novo código já estivesse em vigor, a esse número ocorreria um acréscimo de 146.801 processos &#8211; representados pelos recursos negados na segunda instância. Nesse ritmo, será grande a probabilidade de se ultrapassar, a partir de 2016, o número de 500 mil recursos por ano. &#8220;Quem é ineficiente com mais de 350 mil recursos, será com 500 mil. Por isso estamos muito preocupados&#8221;, afirma Og Fernandes.</p>



<p>Com a luz amarela, não só pela questão do novo CPC, mas pelo fato de hoje o tribunal estar abarrotado de processos, os ministros colocaram em prática dois planos para enfrentar o que consideram o grande problema do STJ no momento. &#8220;Se a avalanche já era grande, sem o filtro será muito pior&#8221;, diz o ministro Luis Felipe Salomão.</p>



<p>A primeira frente, segundo o ministro, corre pela via legislativa por meio de projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e que mantêm o filtro na legislação. A segunda se dá internamente. O STJ se prepara para a possibilidade de os projetos não serem aprovados com modificações de infraestrutura e de gestão interna, necessárias para adaptação ao novo código. Algumas rotinas do tribunal, conforme Salomão, serão alteradas e provavelmente serão necessários mais servidores para fazer com que funcionem.</p>



<p>De acordo com o ministro Gilmar Mendes, no STF já se falou da necessidade de se ter ao menos mais 50 servidores para lidar com o novo trabalho (leia mais abaixo). No STJ, estimou-se em mais 450 servidores. &#8220;Não faz sentido proceder a uma mudança desse porte para sobrecarregar tribunais já sobrecarregados e que não julgam apenas processos individuais, julgam também temas&#8221;, diz Mendes.</p>



<p>Um dos projetos de lei que propõem a volta do filtro foi apresentado no início de agosto à Câmara. A proposta &#8211; PL nº 2.468, deste ano &#8211; tem como autores os deputados Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e Mendonça Filho (DEM-PE) e conta com o apoio também de ministros do STF. A proposta foi apensada ao Projeto de Lei nº 2.384, de 2015, do deputado Carlos Manato (SD-ES), que havia sido apresentado anteriormente.</p>



<p>Há também uma proposta para adiar a entrada em vigor do novo código. O PL nº 2.913, apresentado no início de setembro pelo deputado Victor Mendes (PV-MA), traz em sua justificativa a necessidade de um prazo maior para que o Judiciário se adapte às mudanças estruturais que se farão necessárias com o novo sistema processual. Se aprovado, o novo CPC entrará em vigor após decorridos três anos da data de sua publicação.</p>



<p>Apesar do cenário difícil para os tribunais superiores, advogados especializados em processo civil entendem como positiva a alteração, tanto para as partes que enfrentarão menos burocracia para recorrer, como para a segunda instância que terá menos trabalho a realizar.</p>



<p>O professor de direito dos contatos do Insper e <strong>sócio do DMBoulos Advogados, Daniel Martins Boulos</strong>, avalia que nos primeiros anos o trabalho dos tribunais superiores aumentará e será necessário criar estruturas para absorver o impacto, assim como evitar que os julgamentos dos recursos especiais e extraordinários demorem ainda mais.</p>



<p>Ainda assim, ele afirma que a mudança é boa, pois os recursos serão tratados diretamente no STJ e no Supremo, criando-se apenas um órgão avaliador da admissibilidade de recursos especiais e extraordinários.</p>



<p>O advogado Thiago Nicolay, especialista em direito civil constitucional e sócio do Schwartz Advogados, também vê como benéfica a mudança, pois a subida do recurso será mais célere. Para ele, os tribunais superiores criarão uma jurisprudência sobre o tema e padronizarão o que não tem admissibilidade. Hoje, segundo Nicolay, cada tribunal da segunda instância adota entendimento próprio.</p>
<p>O post <a href="https://dmbadv.com.br/en/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc/">Supremo e STJ receberão mais recursos com novo CPC</a> apareceu primeiro em <a href="https://dmbadv.com.br/en/home/">DMBoulos Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://dmbadv.com.br/en/supremo-e-stj-receberao-mais-recursos-com-novo-cpc/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
